sábado, 17 de outubro de 2009

Fragmento cut up de emoções racionais demais para que sejam lúcidas.

flores sonho flores flores olhar flores é flores

Paraíso, você diria se estivesse próximo a ele e tão longe de toda e qualquer consolação que pudessemos ter perto de toda a grandiosidade dessa noite feita de sonhos e flores espalhadas como papéis sujos e amassados, esses rostos sorridentes jogados assim inutilmente nas poças de água ou sobre os resíduos fecais dos quais geralmente nos sentimos em alguns dias iguais

renascendo renascendo vida renascendo vida

Você secaria as minhas lágrimas se houvesse alguma lágrima em meio aos nossos sorrisos que eram apenas um em uma única boca que eram nossos lábios unidos que se rasgavam em meio a todo aquele jogo caótico de ruas e luzes e vida que renascia a cada passo a cada grito a cada palavra que nem eu e nem você e nem ninguém mais poderia ouvir nesse interminável silêncio que suspende a minha alma e que espera que você diga mais e mais e mais

nota como entre sorrisos e luz de pernas som assim pernas e sorrisos luz de nota vezes assim

Recorto assim dos teus olhos alguma nota que faz um samba triste ou um bolero a dois que faz pernas se cruzarem trópegas e ébrias de tanta nostalgia encontrada em alguns copos e inúmeras garrafas com gosto de ideologias e canções derretidas em verbos mal conjulgados e conjurados.

assim nuvens algo pode poeira de nuvens nuvens pode algo algo estar pode

Espantei essas nuvens de poeira de solidão sobre nossos ombros que carregam ou não o nosso mundo, diferente a cada dia e a cada vez que olhamos e pensamos nele, porque a solidão é algo bom de se pensar a sós numa cama onde os toques pelo corpo sabem onde vão estar mesmo escorregando em lugares onde há tantas buzinas e algum carro quase nos atropela enquanto o frio congela as mãos que estão sem luvas e que se pegam com essas unhas roídas e sujas, sem cuidado e atenção, isso que a gente se dá quando se olha no espelho mas não quando se olha espelhado em alguém que necessita por isso.

tempo eu pisca cinzas e cinzas morte todasascores pisca pisca você e você vira todas as cores

Você e eu buscamos tantas cores que se fundem num giro rodopio de emoções em apenas uma, feita de branco e cinza e negro e um pouco do meu vermelho que é o seu cigarro, e corremos para elas para sermos bem mais do que meros borrões nessa avenida onde ninguém nos vê porque não existimos, porque isso não existe assim como todas as drogas que escorrem dos teus lábios trêmulos de frio dessa primavera que se aproxima com o um céu nublado e promessas de chuvas e eu queria ser você para que você me amasse com esse teu amor próprio demais e vasto demais como todas as cores que você vê em mim e eu vejo em você mas que eu possuo apenas uma cor, a cor dos teus olhos cinzas, que eu corro e corro e rodopio e giro e viro apenas uma cor entre todas essas que eu possuo na minha camisa listrada e no meu all star rasgado sem sola alguma.

depois por dia olhos mundo tarde tarde hoje sempre sol hoje fragmentos sol místico lua amor fragmentos ontem

Amanhã que é o seu ontem que já é o meu hoje que meramente é a porra do dia que não viveremos porque jamais vivemos isso que achamos que é uma geração frustrada com uma vida que se diluí nessa bebida barata que nos servem e que eu não sei o nome porque eu já nem sei mais o meu nome e o porquê do seu nome não sair da minha cabeça e da ponta dos meus lábios mordidos por mim mesma de ódio e desejo, mas eu seria qualquer nome que você pronunciasse e eu seria qualquer uma enquanto eu te espero quem sabe aqui nessa esquina, eu fumando qualquer cigarro e você o seu de sempre que não sei o motivo que me leva a comprar ás vezes sabendo o quanto isso vai destruir os meus pulmões que precisam estar saudáveis para berrar pelo teu nome porque você assim como todos esses que passam correndo pela minha vida não me verão se eu não gritar e gritar e somente gritar.

Maybe, I'm amazing


Apenas estou assim colando recortando amassando e jogando no lixo isso que você diria ser loucura, eu digo ser lucidez, você diz que é irracional e eu diria que é simplesmente amar.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Uma balada de amor & outros sentimentos inúteis

Para cantar é preciso primeiro abrir a boca. É preciso ter um par de pulmões e um pouco de conhecimento de música. Não é necessário ter harmônica ou violão. O essencial é querer cantar. Isto é, portanto uma canção. Eu estou cantando
(Henry Miller).
Não apenas amor é o que se perde
quando se perde o amor
Quem perde o amor-próprio
perde também o próprio amor
Mas ainda em minha pele conservo este
que envolve o corpo de Joana D'arc
e escorre pelos meus lábios sujos de cigarros & ressuscita emoções das quais foram rasgadas pelas garras do delírio
e que
é tanto que não compreendo
Talvez precisarei ler o zodíaco
quiromancia búzios astrologia bola de cristal feitiçaria cabala macumba ciganagem vidência dados ocultismo espiritismo bíblia
estudar minhas próprias víceras e arrancar todo o simbolismo dos intestinos
(Adieu Baudelaire)
A verdade
[a única
verdade]
é que os sentimentos
tem que ter carne
para que possam
sangrar
e manchar teu peito de vida
Doer
para que saiba que não está
assim tão morto.
Digo
nada mais foi destruído
(nem mesmo tua imagem infernal ofertando teu sagrado coração de merda)
exceto minhas ilusões.
É preciso ter sexo nas idéias
para que nasçam revoluções
Penetra-me com o vigor de tudo o que sente
com tuas palavras
(ou enfia-me um Vinícius de Moraes bem fundo entre minhas pernas e
um Neruda ao pé do ouvido)
para que eu possa explodir de amor
(essa loucura em que as pessoas se dizem tão lúcidas)
E
o prazer que deixar o meu desejo
estará em suas mãos
A poesia
que calar em meu silêncio
estará em teu espírito
e é apenas isso que eu preciso dizer
antes de finalmente dizer que te amo
(que ainda há de se infiltrar vagarosamente em tuas veias e te fará arder até coagular em teu peito)
E a morte dos meus lábios em seus lábios é o último suspiro da história.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Singela homenagem aos poetas de merda.

Aos neo parnasianos de merda
que lapidam por horas e horas
seus versinhos de merda
Reverencio Walt Whitman
por ter deixado suas folhas pelo caminho
de Lisboa à Nova York
onde posso tomar um café com o mestre Caiero à tarde
e a noite
encher a cara com o companheiro Ginsberg
e seus parceiros na galeria six
enquanto todos uivam por uma América Abstrata
No meu grito
não há métrica que meça meus sentimentos
e nada rima
com minha verdade
que se esconde nua
pelas avenidas
e se deixa atropelar
vez ou outra
por um sonho acelerado
pelo ritmo das ruas de São Paulo
(que não consegue parar teu sorriso
preso no trânsito das minhas lembranças)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Cântico aos desvairados de saudades e crentes em piadas sem graça.

Eu quase não vejo os meus passos, eu mal vejo o caminho esparramado à minha frente de rosas e asfalto em brasa que os meus pés sentem como se o fosse tua pele em seda se rasgando. Eu vejo muita coisa ao longe, porque longe elas devem estar de mim, coisas que os meus olhos mal podem saber se são reais e os meus dedos se desfazem ao tocar. A minha vida é feita de todos os quases e de tudo que não posso ter, sob o signo de uma lua tão branca que quase é azul, que quase inspira esse ar que esmaga meus pulmões acinzentados como os teus olhos perdidos por aí e dentro de mim, que tudo vê, como as incertezas que carrego comigo aonde quer que eu vá, mas prefere cegar-se com a noite que trago junto com os meus cigarros e com todos os grande amiúdes amores que me comem como um cancêr. A tua voz cala a minha e todas as outras num silêncio atormentado de saudade que ecoa no ar que expiro.

Colore em tons carmins os meus olhos com os teus lábios entrabertos em breves sorrisos que arrastam essa tarde e trazem tão logo a branda lua que se espelha em teu corpo. Você, leve como qualquer coisa que deixa-se levar pelo simples movimento do vento, tão leve como a nossa infância que se esconde nos rabiscos pelas ruas, das berlindas e das amarelinhas, onde eu não sabia que o inferno era jamais ter conhecido ou jogado a pedrinha no céu. O inferno era sentir aquelas tardes se evaporarem, agora somente a neblina sobre nossas cabeças, inalcansável, da qual eu respiro e sinto arder longamente em minha memória em preto e branco, tons de poeira em sépia(e eu nem me lembro do sabor daquela felicidade). E em algum devaneio que assombra meus olhos quebrados, estes meus ouvidos surdos de verdades, você vem flutuando e dançando dentro e muito mais além dos meus sonhos, em algo que parece e talvez seja uma oração a um Deus muito maior do que este que é trancafiado dentro de todos os templos do Universo. Mas ele cabe exatamente dentro do nosso peito.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dançando Descalço

Em comemoração à 1 ano da minha primeira publicação na mojobooks
http://www.mojobooks.com.br/





Estamos dançando descalços esta noite e você põe os seus pés sobre os meus talvez para não sentir frio ou apenas para ficar no meu tamanho, enquanto essa estranha música se desenha no ar. Eu te conduzo entre velas espalhadas pelo chão e taças com restos de vinho mesmo sem saber os passos, e você apenas confia em mim com este seu olhar fixo no além desta sala e esse seu sorriso tão espalhado por todos os cantos da minha vida. Eu tenho a pesada sensação de que estamos flutuando em nossa última canção, nesta última dança onde tocarei o seu corpo pela última vez com minhas últimas lágrimas, essas que você não poderá sentir e devolver. E eu estou com medo desta música terminar, de você se despedir e por algum motivo que eu jamais saberei, nunca mais voltar. E eu te quero, meu deus, como eu te quero para sempre sobre os meus pés dançando entre essas taças e velas, flutuando. Te abraço e te deito delicadamente no chão mas você não parece se importar. Ainda dança e flutua pelo ar em sua ilusão de felicidade, que afinal eu nunca lhe proporcionei. Teus olhos inundados de vinho me fazem acreditar na mentira de que nada será mais pela última vez.

Eu vejo morrer o outono em seus olhos da cor da minha morte e incertos como a minha vida, e uma rosa cárnea desabrochar em primavera entre suas pernas embebidas em fel e que eu não posso tocar ou colher. Tentativas inúteis entre seus movimentos delicados conforme a canção que ainda preenche o ar durante nossa última noite. É fácil pensar em suícidio quando não estou com você e é melhor manter-se ébrio quando você está longe e eu sei que mesmo que volte, ainda estará longe dos meus braços e do meu amor. Minha benção e minha maldição e toda a desgraça da minha felicidade incompleta. Entre cigarros e papéis nunca surgiram poesias à você por mais sujas e líricas que fossem minhas inspirações noturnas após o sexo, quando eu me sentia sozinho em seu corpo vagando pelo vazio do seu amor.

E você continua pura entre meus braços que se confundem entre os seus, nessa dança frenética sobre o carpete onde você não quer mais ser conduzida e quer que troque a canção, mas eu quero que seja esta e pego suas mãos que antes já foram minhas com tanta calma e as faço percorrer pelo meu corpo em febre. Seus gritos me soam como uma oração a algum Deus muito bom. Gozo sentindo suas lágrimas misturadas a todos os meus fluídos, enquanto você se afasta de mim procurando mudar a canção.

Agora ela é triste, assim como os seus olhos.

Agora ela é desesperada, assim como o seu adeus entre gritos de ódio e taças quebradas de vinho e sangue pelo carpete.

Agora ela termina, como em breve farei com a minha vida.

Estou dançando descalço mas ainda sinto o peso dos seus pés sobre os meus.



terça-feira, 6 de outubro de 2009

Canto aos últimos dias da minha vida.

Chegou a hora
em que a gente se ergue e em que fala
aos séculos
à História
ao universo...
(Maiakovski)


Este mundo é um paraíso, veja: cada demônio
estrangula mil almas antes de sucumbir
Consumidor ou contribuinte, concorrente ou trapaceiro
o homem tem que vender seu sangue para continuar vivendo

As serenas virtudes, teologias ou ignorantes filosofias
se reduziram à sua exata expressão financeira
Todos se dizem cristãos, mas seu único Deus
é o dinheiro com que pagam o direito de continuar mentindo.

Os mercados e as lojas, os armazéns e as feiras
expõem nas vitrines a produção dos famintos
E os jornais exibem em vermelhas manchetes
a felicidade de quem conseguiu ganhar muito com isso.

O sex0, o prestígio, a crença, a liberdade
se disputam e se compram como qualquer mercadoria
que possa ser levada dentro de qualquer bolsa.

As máquinas me penetram e me deformam por dentro
por saberem que eu quero continuar o que sou
A dor assumiu a forma de passagem para o céu
e o amor não se pratica, porque é caro e perigoso.

Os exércitos se armam por todas as gerações
e nos agridem ferozmente em nome da defesa
As armas cospem balas tão suaves e doces que não matam
deixam vivo o morto, para lhe cobrar suas dívidas

A guerra devora o que resta dos espíritos
e o governo decreta que o povo deva se sentir em paz
A vida humana? Vale tanto quanto o nada.

Olhando o espaço, onde a luz corta a poeira
eu prevejo o meu mundo - presa de corpo e alma
Agrido meu semelhante, e sorrio
chamo meu governo de corrupto, renego meus votos
e saio cantarolando meu orgulho de nascer e renascer nesta terra

Por este mundo, que deve ser a entrada para o inferno
passo
e atiro minha alma na mais próxima fogueira.

A poesia de amanhã
será feita pelos poetas de amanhã
Então, se precisarem de uma imagem destes tempos
os restos do que fui respoderão ao infinito onde estiverem.

domingo, 4 de outubro de 2009

A love supreme.

Co autoria de Bernardo Brum

You don't know how hearts burn
For love that cannot live yet never dies
Until you've faced each dawn with sleepless eyes
You don't know what love is
(Billie Holiday - You don't know what love is)



Com seus olhos de ópio e cão andarilho uivante, caminha por aquelas ruas que exalavam o mais puro jazz, feito de gemidos de prostitutas que se vendem por poucos cents ou por um mísero pico, músicos vadios que prostituem seus instrumentos para que notas macias e penetrantes como os tiros ao longe, gratuítos de dívidas viciosas, ecoem soltas e perdidas pelo ar sujo de noite e amargura. A única canção de amor que New Orleans conhece.

Ele não tinha resposta para isso, ele não sabia como resolver isso, ele pouco ou nada sabia. Ele bruxuleava com seu saxofone tenor por aí, na cobertura de prédios, nas varandas da vida, espectador do desespero, voyeur da podridão, em eterna e triste busca por uma nota perfeita, uma nota misteriosa, que não tenha elucidação, que nunca dê para ser transcrita, um sopro final, um uivo rasgado de um filho da puta condenado por si mesmo a só contemplar, a só assoprar, ele nunca vai chegar naquele momento, aquela curva ascendente, os joelhos dobrado, a lufada de ar inchando o pulmão, os lábios grossos circundando com sangue tesão e cuspe a trombeta divina dos anjos tortos e então virar num ângulo meio círculo soprando o sax tenor com toda a força que consegue, ele estaria morrendo, isso seria um post mortem, e jamais um carpe diem, e ele continuaria assoprando e seus olhos arregalados que lentamente vão se fechando e se esperemendo e sua respiração ficaria cada vez mais fraca e ele cometeria suicídio em pleno palco suicídio por asfixia iria vomitar seus pulmões fora apenas porque cansou de ser espectador e ele quer vomitar tudo num último sopro, transcendência, isso aí, ele não teria.

Ele estava é fodido. Mas seu sax o inocentava de todos os seus pecados, ali, sobre o qual seus dedos deslizavam como se deslizassem pelo corpo da mulher amada, onde seus lábios encontram os lábios macios e exatos onde, ele e todos, encontrariam no gozo a redenção. A tão sonhada redenção através do amor, esse amor que incendiava New Orleans, que incendiava as casas noturnas, os pianos, as baterias, os violões, os baixos, os saxofones, incendiava o jazz em cada santa nota que flutuava sobre aquele ar carregado de cigarros, charutos, heroína, cocaína, sexo barato e solidão.
Ele tinha que ganhar a vida, a perdia nas mesas de pôquer, precisava mudar. Tinha que apostar na vida, ela sempre ganha.

Lazy Bird, estaria em 2 ou 4 minutos, a incerteza era tão certa quanto a saudade.
Dela, ônix que escorria pela pele, diamantes que cortavam no olhar, que procurava algo mais do que ópio nos olhos dele, mas algo a lapidá-los. Dos lábios rios de sangue e desejos libidinosos. Todo o sexo ali, exposto, naqueles lábios cruéis que atiçavam e não se abriam em beijos, onde sua língua ousaria penetrar em explosões contínuas de orgasmos. Seu pau ficava duro só de pensar em beijá-la, tinha que se controlar, jogar aquele tesão todo no seu sax. Ele era seu membro rígido, seu motivo de orgulho perante todos os homens, o que levava as mulheres a orgasmos nunca antes atingidos, e elas, e eles, e todos, pediam mais e mais e mais. Grandes noites no Lazy Bird, grandes trepadas com o público. Fazia tanto sexo subjetivo que sentia falta do explícito.

Lazy Bird, casa cheia de cãos como ele, tão absortos em seus infernos pessoais paradisíacos que não percebem sua grande entrada. As putas, de canto, o sorriem, sorriso sujo de gozo alheio. Mas ainda assim, o mais puro de todos os sorrisos, o de reconhecimento. Devolve o mesmo sorriso de reconhecimento, o que seriam dos homens, sem as bocetas amigas das putas?
Toma o palco como seu, por direito. Despe seu grande membro dourado, encaixa em seus lábios. Uma pausa, um suspiro.
Como um anjo destituído de paraíso, estaria ali, com sua música-oração-a-um-deus-maior-que-aquilo, fazendo com que todos, inclusive ela, se entregassem á redenção. Que se perdoassem de seus pecados, de todos os pecados. Onde as putas seriam pobres moças virginais e ela, demônio, mais um anjo como ele.
Era o que queria, mas dos lábios, era só sexo que saia. Era sexo que invadia aquelas carnes, era sexo que aquele olhar ansiava, era sexo que o movia, que dava vida ás notas. A alma incendiava aquilo, os olhos eram apenas brasas. Os lábios, chamas.
O amor supremo, esse ficaria apenas no seu peito. Única coisa pura que poderia oferecer a New Orleans em noites como essa.


Na última nota soube, não adianta. New Orleans toca sua própria música.